Quero sentir o cheiro
das flores sem perfume
O doce ocioso
do implacável amargo
Quero ser estrela
quando penso que sou lua
A madrugada excitante
da infértil solidão
As últimas palavras
de um amante suicida
Quero ser o que me fiz
e o que o destino não me fez
Sentir a brisa gelada
do sol ardente
Quero a paixão de um mendigo
pedindo ao acaso um pouco de amor
A poesia é um artífice na gerra das letras. as palavras bem arrumadas é a arma de fogo das chamas da inspiração. Quem recebe esse tiro, simplesmente morre para viver como poeta. Geraldo Neto.
CITAÇÕES
" De todas as poderosas armas de destruição que o homem foi capaz de inventar. a mais terrível - e a mais covarde - é a palavra" Paulo Coelho.
"Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento." Clarice Lispector
"Esta língua é meu berço, esta língua me conhece, esta língua é meu caixão" José Neumanne Pinto
"Poesia, música suave." Crispim
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Objeto do destino
Cheguei muito perto
do lugar onde sonhei
e vivi os melhores momentos
de uma vida
Caminhei lada a lado
daqueles belos caminhos
que pretendi caminhar
Espetacular não é chegar
e sim ser objeto de mágica
para o destino misterioso brincar
do lugar onde sonhei
e vivi os melhores momentos
de uma vida
Caminhei lada a lado
daqueles belos caminhos
que pretendi caminhar
Espetacular não é chegar
e sim ser objeto de mágica
para o destino misterioso brincar
sábado, 25 de setembro de 2010
Geraldo Neto lança mais um livro!
A editora Sal da Terra localizada na capital paraibana anuncia o lançamento do livro do escritor uiraunense Geraldo Rocha Dantas Neto popularmente conhecido por Geraldo Neto titulado como “Textos que Rimam”, seu conteúdo traz poemas e poesias em suas diversificações, o livro terá como co-autor o professor e escritor cajazeirense Lucilândio Pereira Mareco autor do livro” Passeando pelas praças de cajazeiras PB”.
Em 2007 o escritor lançou o livro titulado por “Asas Poéticas” pela editora Real, seus trabalhos são espalhados por várias revistas, endereços virtuais onde se revela o Blog do Geraldo Neto (geraldonetocaminhodasletras.blogspot.com) um espaço de cultura e encontro com a poesia. Ele enfatiza que “escrever é um dos vícios da minha existência” e garante lançamentos de várias obras além de poesias e poemas na área sociológica, antropológica e jurídica que são marcas do seu próximo trabalho
O livro “Textos que Rimam” está sendo comercializado pelo preço de 20,00 (VINTE REAIS) e quem quiser adquirir entrar em contato com o escritor Geraldo Neto pelo número 83-91452957
Em 2007 o escritor lançou o livro titulado por “Asas Poéticas” pela editora Real, seus trabalhos são espalhados por várias revistas, endereços virtuais onde se revela o Blog do Geraldo Neto (geraldonetocaminhodasletras.blogspot.com) um espaço de cultura e encontro com a poesia. Ele enfatiza que “escrever é um dos vícios da minha existência” e garante lançamentos de várias obras além de poesias e poemas na área sociológica, antropológica e jurídica que são marcas do seu próximo trabalho
O livro “Textos que Rimam” está sendo comercializado pelo preço de 20,00 (VINTE REAIS) e quem quiser adquirir entrar em contato com o escritor Geraldo Neto pelo número 83-91452957
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
O ofício de escrever
Eu escrevo
quando não sei reclamar
uma sofrida injustiça
ou quando não sei argumentar
sobre uma vida esquesita
O ofício de escrever
é a carta da minha salvação
os pecados na poesia umedecer
e na rima gemer a sua prima e o seu bordão
Pois é como um violão
essa obrigação de escrever
transformando em noite sonora a ilusão
e em suas cordas finas completamente se perder
quando não sei reclamar
uma sofrida injustiça
ou quando não sei argumentar
sobre uma vida esquesita
O ofício de escrever
é a carta da minha salvação
os pecados na poesia umedecer
e na rima gemer a sua prima e o seu bordão
Pois é como um violão
essa obrigação de escrever
transformando em noite sonora a ilusão
e em suas cordas finas completamente se perder
Aos meus dias
Aos dias que joguei fora
anulei do meu calendário
aos quais os julguei sem importância
aos dias inúteis do meu intinerário
Aos momentos que joguei fora
que juntando-os formam porém os meus dias
aos dias com intensidade morta
emanou uma vida recomposta nua e fria
As lágrimas calorosas porém frias
veio dos olhos da inutilidade dos meus dias
anulei do meu calendário
aos quais os julguei sem importância
aos dias inúteis do meu intinerário
Aos momentos que joguei fora
que juntando-os formam porém os meus dias
aos dias com intensidade morta
emanou uma vida recomposta nua e fria
As lágrimas calorosas porém frias
veio dos olhos da inutilidade dos meus dias
As horas
As horas eu as perdi
na ânsia de brincar
e hoje vivo a brincadeira
de odiar e amar
quem um dia conheci
Quando as horas tentam-me enganar
e isso tounou-se besteira
depois de anos fiquei a pensar
que eu no tempo cresci
com uma nova maneira de amar
e um velho monopólio das horas odiar!
na ânsia de brincar
e hoje vivo a brincadeira
de odiar e amar
quem um dia conheci
Quando as horas tentam-me enganar
e isso tounou-se besteira
depois de anos fiquei a pensar
que eu no tempo cresci
com uma nova maneira de amar
e um velho monopólio das horas odiar!
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
As estrelas, Maria
Maria a noite
olha o céu
Eleva às estrelas
suas precisões
Conversa com a lua
no silêncio das desoras
em um incessante esbanjar
de lágrimas sonoras
Maria a noite
conserva as estrelas,o esquisito luar
que as retém no íntimo
do seu olhar!
Dedicada à amiga e educadora, Maria Pires, uma observadora dos mistérios que o céu emana.
olha o céu
Eleva às estrelas
suas precisões
Conversa com a lua
no silêncio das desoras
em um incessante esbanjar
de lágrimas sonoras
Maria a noite
conserva as estrelas,o esquisito luar
que as retém no íntimo
do seu olhar!
Dedicada à amiga e educadora, Maria Pires, uma observadora dos mistérios que o céu emana.
A escuridão e o poeta
E se o escuro no meu quarto entrar
talvez não saiba que sou poeta
com olhos de coruja,
Fico com olhos atentos ao tempo
que ninguém ver, os desamores da madrugada
que teimo em observar, e no seu silencio repousar
ao cheiro e sabor do nada
que existe por trás de um luar
com um silencio quebrado por um grito de uma loba
que dilacera o céu a brilhar
A escuridão não me interpreta
se ela soubesse que sou poeta
que amanheço como sol
ia ver que à mim não se completa
Além de ser o sol amarelado
estampado no céu azulado
Sou poeta!
talvez não saiba que sou poeta
com olhos de coruja,
Fico com olhos atentos ao tempo
que ninguém ver, os desamores da madrugada
que teimo em observar, e no seu silencio repousar
ao cheiro e sabor do nada
que existe por trás de um luar
com um silencio quebrado por um grito de uma loba
que dilacera o céu a brilhar
A escuridão não me interpreta
se ela soubesse que sou poeta
que amanheço como sol
ia ver que à mim não se completa
Além de ser o sol amarelado
estampado no céu azulado
Sou poeta!
sábado, 18 de setembro de 2010
Minha Poesia
Assim completa a minha poesia
com palavras pequenas e irracionais
do puro e inexorável dever de criá-las,
vem da vida o ar para declamá-las
o adorno do espírito em desilusão
sobre a vida copiá-las
com um novo céu, e uma nova constelação
a minha poesia é o vazio
dos menestréis em caotização
é a voz, os olhos, a fala
de um sistema vital em construção
a poesia compete, emanar meu coração...
com palavras pequenas e irracionais
do puro e inexorável dever de criá-las,
vem da vida o ar para declamá-las
o adorno do espírito em desilusão
sobre a vida copiá-las
com um novo céu, e uma nova constelação
a minha poesia é o vazio
dos menestréis em caotização
é a voz, os olhos, a fala
de um sistema vital em construção
a poesia compete, emanar meu coração...
Sobre a Saudade...
a saudade congela
os acontecimentos de ontem
e do ontem espera
o sorriso do viver o todo e o instante
a saudade é ubíquo
é meu fantasma existencial
quando sinto falta de ti
sei aonde te encontrar
e quando não te encontrar
viverás em mim
mas quando sinto saudade de mim
e não sei onde me encontrar
sei que apenas é a saudade
me fazendo amar...
os acontecimentos de ontem
e do ontem espera
o sorriso do viver o todo e o instante
a saudade é ubíquo
é meu fantasma existencial
quando sinto falta de ti
sei aonde te encontrar
e quando não te encontrar
viverás em mim
mas quando sinto saudade de mim
e não sei onde me encontrar
sei que apenas é a saudade
me fazendo amar...
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
As estrelas e meu olhar
A estrela que brilhou
ascenou pro meu olhar
a lua o céu todo tomou
para aquela estrela não brilhar
O meus olhos cegaram
nada agora posso admirar
a estrela levou o brilho
do meu parado olhar
O brilho que a lua trouxe, é isento de brilhar
traga as estrelas com seu terno açoite:
de se confundir com o brilho do meu olhar!
ascenou pro meu olhar
a lua o céu todo tomou
para aquela estrela não brilhar
O meus olhos cegaram
nada agora posso admirar
a estrela levou o brilho
do meu parado olhar
O brilho que a lua trouxe, é isento de brilhar
traga as estrelas com seu terno açoite:
de se confundir com o brilho do meu olhar!
Entre os caminhos da razão
As ondas que inundaram meu caminho
os ecos de vozes que falam aos meus ouvidos
é o acaso arrependido me pedindo perdão
o choro do destino perdido na escuridão
A força de avançar concentrada em minha mão
o desejo em ficar e falar dizendo não
o sol que lá fora sai inundou a escuridão
e as ondas do rádio fez dormir minha razão
Vou ser uma coruja a vigiar teu coração
pois na madruga você não ver os horrores da escuridão
vou proteger e revestir com o luar a imensidão
e com olhos atentos proteger minha ilusão
Vou viver a caminhar pelos vales de espinhos
retirar o sangue contaminado de ilusões
andando por esses vales semeando a emoção
de criar atalhos entre os caminhos da razão
os ecos de vozes que falam aos meus ouvidos
é o acaso arrependido me pedindo perdão
o choro do destino perdido na escuridão
A força de avançar concentrada em minha mão
o desejo em ficar e falar dizendo não
o sol que lá fora sai inundou a escuridão
e as ondas do rádio fez dormir minha razão
Vou ser uma coruja a vigiar teu coração
pois na madruga você não ver os horrores da escuridão
vou proteger e revestir com o luar a imensidão
e com olhos atentos proteger minha ilusão
Vou viver a caminhar pelos vales de espinhos
retirar o sangue contaminado de ilusões
andando por esses vales semeando a emoção
de criar atalhos entre os caminhos da razão
terça-feira, 14 de setembro de 2010
E morri...
Ontem acordei com medo
medo de acordar
e perder tudo que tenho
ou que ainda, imagino ter
Veio alguém me buscar
porém eu não conhecia
e fiquei com medo
e ao gritar pelos meus amigos
ninguém me ouvia, e fui morrendo
sozinho, aprisionado pelos meus pensamentos
veio a razão me fazer calar
porém eu repetia as mesmas palavras que um dia usei
para poder não chorar
Sim, apenas um sonho
que demorei horas para acordar
Mas sei que um dia
estarei sentado sozinho
fumando uns cigarros, um atrás do outro, um rádio no meio fio da calçada
o vento forte com a mensagem de chuva
resto de café na pequena xícara
um cachorro doente ao meu lado
usando um óculos com graus altíssimos
e sem nada para sonhar
no rádio uma música que relembra
os minutos atrás, os meus dezesseis anos
os dezoitos anos, e uma foto envelhecida
ao lado dos meus grandes amigos
de muito tempo atrás, que atualmente
assiste uma sessão de filmes com outros amigos
aquele mesmo, da tarde de domingo
com os pés ao ar
o cigarro quase terminando
sem mulher nova, com uma velha prostituta
o cachorro sai latindo
as ondas do rádio se modificou
a prostituta para o cabaré voltou
e o café logo acabou
Fiquei noites acordado
Embriagado pelos meus pensamentos
E morri!
Dedicada a amizade que nunca morrerá, e se a nossa alma um dia morrer, a lembrança dessa amizade viverá para sempre, aos amigos Iltin, Remédios, Hiago Silva, uma família amiga!
medo de acordar
e perder tudo que tenho
ou que ainda, imagino ter
Veio alguém me buscar
porém eu não conhecia
e fiquei com medo
e ao gritar pelos meus amigos
ninguém me ouvia, e fui morrendo
sozinho, aprisionado pelos meus pensamentos
veio a razão me fazer calar
porém eu repetia as mesmas palavras que um dia usei
para poder não chorar
Sim, apenas um sonho
que demorei horas para acordar
Mas sei que um dia
estarei sentado sozinho
fumando uns cigarros, um atrás do outro, um rádio no meio fio da calçada
o vento forte com a mensagem de chuva
resto de café na pequena xícara
um cachorro doente ao meu lado
usando um óculos com graus altíssimos
e sem nada para sonhar
no rádio uma música que relembra
os minutos atrás, os meus dezesseis anos
os dezoitos anos, e uma foto envelhecida
ao lado dos meus grandes amigos
de muito tempo atrás, que atualmente
assiste uma sessão de filmes com outros amigos
aquele mesmo, da tarde de domingo
com os pés ao ar
o cigarro quase terminando
sem mulher nova, com uma velha prostituta
o cachorro sai latindo
as ondas do rádio se modificou
a prostituta para o cabaré voltou
e o café logo acabou
Fiquei noites acordado
Embriagado pelos meus pensamentos
E morri!
Dedicada a amizade que nunca morrerá, e se a nossa alma um dia morrer, a lembrança dessa amizade viverá para sempre, aos amigos Iltin, Remédios, Hiago Silva, uma família amiga!
domingo, 12 de setembro de 2010
Amigos de uma vez
Somos amigos
amigos verdadeiros
unidos uma vez
repleto dos prazeres
dos momentos e da outra vez
que fomos amigos de uma vez
Levo comigo
um livro escrito por vocês
e um breve sorriso
expressado na boca
dos amigos que nos fez
E o abraço
o carinho, as lágrimas
desses amigos
que um dia a vida fez
como fez as estrelas
a lua pra brilhar
a nossa amizade foi feita uma vez
Para toda vida, ENCANTAR
Essa poesia foi escrita no dia 12 de Setembro de 2010 ás 4:30 da tarde, um domingo, aos amigos verdadeiros: Ilton, Remédios, Hiago Silva, uma bela família amiga!
amigos verdadeiros
unidos uma vez
repleto dos prazeres
dos momentos e da outra vez
que fomos amigos de uma vez
Levo comigo
um livro escrito por vocês
e um breve sorriso
expressado na boca
dos amigos que nos fez
E o abraço
o carinho, as lágrimas
desses amigos
que um dia a vida fez
como fez as estrelas
a lua pra brilhar
a nossa amizade foi feita uma vez
Para toda vida, ENCANTAR
Essa poesia foi escrita no dia 12 de Setembro de 2010 ás 4:30 da tarde, um domingo, aos amigos verdadeiros: Ilton, Remédios, Hiago Silva, uma bela família amiga!
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Algo do nada
E para o mar
ficava um homem triste
com os olhos embreagados
no silêncio delicado
das ondas sonoras
que se confundia
com o próprio mar
E ele esse mar a olhar
esperando daquele infinito
surgir a sua alma
que em uma noite inacabada
ela passou a vagar
E nele deixou um vazio
um acre sabor na boca
esperando do nada
o algo que pelo espaço vagava
Anoiteceu, amanheceu
a maré subiu e desceu
o pescador navegou e voltou
logo tudo lotou
depois deixou um vazio na praia
Um homem inquieto a esperar
seu suspiro vindo do nada
ficava um homem triste
com os olhos embreagados
no silêncio delicado
das ondas sonoras
que se confundia
com o próprio mar
E ele esse mar a olhar
esperando daquele infinito
surgir a sua alma
que em uma noite inacabada
ela passou a vagar
E nele deixou um vazio
um acre sabor na boca
esperando do nada
o algo que pelo espaço vagava
Anoiteceu, amanheceu
a maré subiu e desceu
o pescador navegou e voltou
logo tudo lotou
depois deixou um vazio na praia
Um homem inquieto a esperar
seu suspiro vindo do nada
sábado, 4 de setembro de 2010
Palavras de amor
As ardentes palavras
foi as que não ouvi
na volúpia pulsante
na arrogante tentação
de um dia te amar
E se um dia voltar
esse querer de proclamá-las
direi elas bem baixinho
como o silêncio da oração
que cabisbaixo e triste
recebe o perdão merecido
dos atos em que gozei
A prece que não ganhei
o perdão que não me deram
usaram as mesmas palavras
que eu um dia te amei
foi as que não ouvi
na volúpia pulsante
na arrogante tentação
de um dia te amar
E se um dia voltar
esse querer de proclamá-las
direi elas bem baixinho
como o silêncio da oração
que cabisbaixo e triste
recebe o perdão merecido
dos atos em que gozei
A prece que não ganhei
o perdão que não me deram
usaram as mesmas palavras
que eu um dia te amei
Faces da poesia
A poesia se arrebanta
como dinamite
que explode rochas
e refina o seu conteúdo
igual à música
que preenche os vazios
e o vazio se enche de tons
feito um pingo de café
que ao leite se completa
e arrebanta o doce sabor
que a minha alma alimenta!
como dinamite
que explode rochas
e refina o seu conteúdo
igual à música
que preenche os vazios
e o vazio se enche de tons
feito um pingo de café
que ao leite se completa
e arrebanta o doce sabor
que a minha alma alimenta!
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