CITAÇÕES


" De todas as poderosas armas de destruição que o homem foi capaz de inventar. a mais terrível - e a mais covarde - é a palavra" Paulo Coelho.


"Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento." Clarice Lispector

"Esta língua é meu berço, esta língua me conhece, esta língua é meu caixão" José Neumanne Pinto

"Poesia, música suave." Crispim






















sexta-feira, 17 de junho de 2011

A poética do nada



Não comi, nem bebi,
Sem algo para sorrir.
Muito menos me ecantei,
com um céu que não vi.

Sem o sol, sem a noite,
sem o frio, sem o calor.
Adormeci em pleno açoite,
de um acaso que se acabou.

Não sofri, nem vivi,
nesse vazio que se exclama.

O 'nada' que existe em mim,
é o 'tudo' pra quem não ama.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A Poética do Nada



Acham pedaços de estrelas,
espalhadas pelo chão cósmico.

E mais nada há de havê-las,
todas em um holocausto simbólico.

No céu do azul bem pintado,
o 'nada' nele existe.

O silêncio dos astros açoitados,
que no firmamento persiste.

E nessa rotina o silêncio o conduz.

Há o 'nada' atrás do brilho de um astro
Não há mais 'nada' em um astro sem luz


Apenas o silêncio no espaço!

sábado, 11 de junho de 2011

A Poesia do Nada III

O verbo haver é a oração da existência.
sempre uma razão na inoscência,
e haverá sempre resistência a obediência.

No verbo haver, não existe o vazio.
e a solidão a este não ampara,
ao menos um motivo vadio
não argumenta a existência do nada.

Sempre algo novo a conhecer
e a razão, esta se desgasta
e se um dia  o nada haver
haverá ao menos a madrugada.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

A Poesia do Nada II

Há algo no meio do 'nada'.
No meio do 'nada' algo contêm.
Imagens refutadas!

O 'nada' são fragmentos,
de uma existência acidentada.

E o vazio se completa,
ao cheio de um 'nada'.

No 'nada' encontra-se o homizio,
pedaços escuros de um ser viril,
existindo no meio de um vazio.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

A poesia do nada I

Houve um  milagre - no vácuo.
No vácuo ' o nada'  se contrai,
com vozes esquisitas.

A escuridão - essa sua filha,
é a quimera derradeira.

O vácuo chora - por nada,
na sistematização do inexistente.

O vácuo ora o nada,
estupidamente.