CITAÇÕES


" De todas as poderosas armas de destruição que o homem foi capaz de inventar. a mais terrível - e a mais covarde - é a palavra" Paulo Coelho.


"Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento." Clarice Lispector

"Esta língua é meu berço, esta língua me conhece, esta língua é meu caixão" José Neumanne Pinto

"Poesia, música suave." Crispim






















segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A caminhada interior


      Sei que findos caminhos
     que percerremos, também
      poderemos ainda sermos
     os meninos, aquelas crianças
     que brincavam com a esperança...


A “Justitia” é uma subjetividade que a ciência da técnica não consegue efetivar. Quantas vozes foram enforcadas pelo poder  e  pela ambição ,tratanto o ser humano como “coisa”. Não somos objetos, somos seres sensíveis carregados de um mosaico de sentimentos que são exteriorizados costumeiramente.
Há uma força maior do que a gravidade, existe uma densidade muito a menos do que a água, há moléculas que ainda não foram focalizadas pela maximização das lentes microscópicas, pode haver uma solução definitiva para morte, o mundo pode se acabar agora, cientistas podem desvendar a absoluta verdade sobre a origem do mundo, a antropologia ainda dissertará a fonte real da raça humana, e um dia todos serão movidos não pelas forças da física, e sim, pela inércia enigmática explodida do próprio âmago do  homem.
Não vergo hoje pela “Justitia”, por que se assim eu quisesse estaria desprezando os grandes heróis da história que covardamente foram exterminados por suas ações e ideologias. Quando mandarem se calar, se cale, pois as palavras não ditas vão se aglomerar formando uma dimensão muito maior que transcede a inteligência, a memória e a nossa massa encefálica, e você vai brilhar e ser maior do que o sol, sendo grande e ao mesmo tempo sendo pequeno.
Hoje somos apenas seres humanos sem dimensões,  ainda haveremos de possuir as métricas grande ou pequeno e podem ter certeza, que um novo mundo ressugirá com respostas concretas, não de um acaso indecifrável.
E se as lágrimas vierem a cair, não se desespere, não tenha medo de estar perto de um ateu, não temas quando estiver inserido em grupo de etnias com distintas culturas, pois Deus está sempre nos intervalos de uma lágrima e eternizado nas mais belas varandas de artérias que existem nos nosso corações.
Não desista de você mesmo, caminhe para dentro de si. E se essa mensagem for insignificante, abandone-a. Porém nunca a  esqueça, pois os devaneios que virão, não vão te deixar esquecer dessas palavras.



Limitado ao exposto, subscrevo-me:

Geraldo Rocha Dantas Neto
RG: 3359829

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Outras poesias...


   As estrelas e a lua
   
   As estrelas são pequenas luzes,
   distante dos olhos.

    A lua é o esconderijo,
    de uma multidão de estrelas,
    querendo brilhar.

    E quando os olhos,
    olham para esse distante,
    mais perto ficam,
    as estrelas de nós.

    E esse brilho inveja,
    os astros que não reluz.
    Mas nenhuma estrela substitui,
    a lua que pulsa em luz.



O ‘nada’ estrelar

Acham pedaços de estrelas,
espalhadas pelo chão cósmico.

E mais nada, há, de havê-las,
todas em um holocausto simbólico.

No céu do azul bem pintado,
o 'nada' nele existe.

O silêncio dos astros açoitados,
que no firmamento persiste.

E nessa rotina o silêncio conduz,
Até o último sargaço.

Propaga apenas o silêncio no espaço!



A poesia do nada


O vácuo do nada.
Houve um  milagre - no vácuo.
No vácuo ' o nada'  se contrai,
com vozes esquisitas.

A escuridão - essa sua filha,
é a quimera derradeira.

O vácuo chora - por nada,
na sistematização do inexistente.

O vácuo ora o nada,
estupidamente.




Algo no nada há.      
Há algo no meio do 'nada'.
No meio do 'nada' algo contêm:
Imagens refutadas!

O 'nada' são fragmentos,
de uma existência acidentada.

E o vazio se completa,
ao cheio de um 'nada'.

No 'nada' encontra-se o homizio,
pedaços escuros de um ser viril,
existindo no meio de um vazio.