CITAÇÕES


" De todas as poderosas armas de destruição que o homem foi capaz de inventar. a mais terrível - e a mais covarde - é a palavra" Paulo Coelho.


"Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento." Clarice Lispector

"Esta língua é meu berço, esta língua me conhece, esta língua é meu caixão" José Neumanne Pinto

"Poesia, música suave." Crispim






















segunda-feira, 29 de agosto de 2011

A poesia do nada


O vácuo do nada.
Houve um  milagre - no vácuo.
No vácuo ' o nada'  se contrai,
com vozes esquisitas.

A escuridão - essa sua filha,
é a quimera derradeira.

O vácuo chora - por nada,
na sistematização do inexistente.

O vácuo ora o nada,
estupidamente.




Algo no nada há.      
Há algo no meio do 'nada'.
No meio do 'nada' algo contêm:
Imagens refutadas!

O 'nada' são fragmentos,
de uma existência acidentada.

E o vazio se completa,
ao cheio de um 'nada'.

No 'nada' encontra-se o homizio,
pedaços escuros de um ser viril,
existindo no meio de um vazio.

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